quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Parar no tempo (versão multimídia coming soon)
"PAREI NO TEMPO": isso significa, segundo a Teoria da Relatividade, que se atingiu a velocidade da luz;
se chegou à velocidade da luz, isso significa, segundo os Cavaleiros do Zodíaco, que se atingiu o sétimo sentido;
logo: se você parou no tempo, virou um cavaleiro de ouro.
from: [http://www.facebook.com/joaogrando/posts/268607219857409]onde, aliás, há uma série preciosa de comentários.
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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
a gente (e mais ninguém) se vê no horizonte de eventos
Consegui (na conotação de descolar) um buraco negro (o inferno aos (ou “ao inferno os”) que se atirarem já na primeira camada de humor baseado no duplo sentido) para nós.
Descolei também um filtro de gravidade.
Consegui um para mim e um para ti.
Então que a luz se apaga*
(*ele atraiu a própria luz, que emitira, nem segundos antes, mas à velocidade dela mesmo antes).
O chão, o céu, tudo sugado por (para dentro d’) ele.
Ficamos sem ar até.
Só tu e eu
e nem o tempo*
(* possível então ir, voltar, sem passado, sem futuro)
sem nem ser possível pisar ou parar.
Descolei também um filtro de gravidade.
Consegui um para mim e um para ti.
Então que a luz se apaga*
(*ele atraiu a própria luz, que emitira, nem segundos antes, mas à velocidade dela mesmo antes).
O chão, o céu, tudo sugado por (para dentro d’) ele.
Ficamos sem ar até.
Só tu e eu
e nem o tempo*
(* possível então ir, voltar, sem passado, sem futuro)
sem nem ser possível pisar ou parar.
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
ano velho, ano novo
A maioria das ofensas (ou talvez todas) tem seu grau de relatividade, tanto na caracterização da ofensa em si quanto no quanto somos também aquilo que chamamos, nem que esta às vezes pequena fração se reserve a um default-pecado_original, aos predicados humanos potenciais (amanhã ou ontem nunca se sabe); talvez a ofensa que tenha um dos graus mais elevados desta relatividade é "velho" e suas adjacências, já que se considerarmos esta convencionada quarta dimensão, o tempo, tal ofensa compulsoriamente se voltará a nós - a menos que se tenha a coragem ou o fado de se morrer jovem - e talvez nem isso impeça, pois o mesmo tempo faz com que sempre se faça possível ser velho para alguma coisa, ainda que a cultura nos encoraje desprezar esta aparentemente incontornável dimensão, o que gera grandes e engraçados resultados.
Não errarei com 2011 de chamá-lo velho. O ano pode se fazer num dia ainda, parar a edição de retrospectiva. O voto da virada é o exercício máximo da esperança em amanhãs, e não menos umas férias para os hojes.
A demanda para 2012 é que o mundo* (*tal como o conhecemos) acabe. Façamos o possível, então. No honesto e bagaça sentido de "vou acabar contigo"/"vou me acabar". E, como dizem os entendidos para os quais as culturas antigas não são lixos que só podem virar piada, que não desprezam o conhecimento acumulado na nossa humanidade e, mais que isso, na nossa espécie, este processo de mudança já começou, acontece já, e como toda mudança é contínua (às vezes recebe um ponto para representá-lo, um marco, mas não mais que um ponto destacado entre os infinitos pontos de uma linha (sim, geometria euclidiana básica)).
Resumindo (arram, bem certinho): embora as festas e a diluição de responsabilidades x a correria para não deixar pendências façam das últimas semanas do ano exceções, que nos iludem um limite entre um ano e outro, a coisa passa é no dia e dia e, claro, nos seus tijolos e tijolos dos tijolos.
Tomando felicidade como cumprir (inclui descobrir) cada um o seu papel, feliz restante de 2011 e que nisso comece uma felicidade (nos termos ditos há pouco) contínua, dia a dia.
AAT ~ meados/fins de janeiro.
Até lá.
Ano que vem novidades formais neste endereço da web.
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
joao~grando @ ZUPI #23
![[ZUPI nº23] joao~grando](http://farm7.static.flickr.com/6202/6056910617_01bb530005.jpg)
Participei da edição nº 23 da célebre revista Zupi, na abertura (duas primeiras páginas) e no fechamento (duas últimas), o famoso start/stop, além de mais uma imagem abrindo a galeria no centro da revista.
O resto da revista está TRI MASSA também. À esta altura já não está mais nas bancas (era a edição do bimestre jul-ago), mas está à venda online em
www.zupishop.com/produtos_descricao.asp?codigo_produto=690quarta-feira, 27 de julho de 2011
vem_virará_vá
Nos precipícios, o silêncio, o vazio e a amplitude da vista se sintetizam num grito de VEM.
Não raro isso assusta e afasta, impõe uma cautela que cobre qualquer ato. Mas, no caso de realmente se considerar a proposta do chamado e se dispor muito próximo a ele, o precipício, antes de sugar num mar oco, usa seu poderoso som para falar e ali ele até ouve - para além dos testes acústicos de gritos bumerangues, naquele silêncio em erupção o pensamento volta para si como se fosse pensado por outro, donde, como no caso do eco ou de qualquer outro espelho, esclarece, até revela.
Não estou em depressão, talvez até o contrário, mas devo dizer que cheguei à beira do precipício e devo pular. Como se trata de uma metáfora, há a opção de VOAR.
E neste caso o silêncio traduzido por VEM virará VÁ.
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sexta-feira, 22 de julho de 2011
terça-feira, 28 de junho de 2011
Esboço sobre a concentração espontânea
A delicadeza é mais ou menos épica quando captada. Qualquer coisa o é: há nesta captação quase o contrário de captura. Seja um cisco em zoom máximo colado à íris, seja o detalhe que é tudo na contemplação. Percebe-se algo, que antes era e tão somente, e sempre fora e tão somente, mas agora (convém chamar agora a tal instante) é, mas não mais apenas é, mas é miraculosamente, miraculosamente é. E não se sabe se mais vingança ou mais recompensa, mas a coisa rebate o arrebatamento de sua privacidade invadida na proporção absurda de E = mc², do átomo que engole a metrópole ao ter seu segredo descoberto. Encostar-se à verdade. E por breves instantes falar sua língua única e óbvia, como Dvořák derrete o som de uma porta fechando vagarosamente para fechá-la com seu violoncelo, ou como um tigre devora um boi e o transforma primeiro em sono depois em salto. Em tal linguagem compulsória emprega-se muito mais esforço do que qualquer mestre pudesse esperar do discípulo mais dedicado: a demanda na nitidez com que de repente as coisas se apresentam. Ou melhor, parecem se apresentar, visto que de fato quem põe o palco somos nós: elas estavam sempre ali; nós não estávamos. Até agora.
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![[ZUPI nº23] joao~grando](http://farm7.static.flickr.com/6069/6056919501_e355e6c50a_z.jpg)
























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